O sensor de chuva e luminosidade da linha Citroën fica colado diretamente no vidro, atrás do espelho retrovisor interno. Ele funciona através da refração de luz infravermelha.
- O Problema da Gelatina (Pad): Entre o sensor e o vidro existe uma almofada de gel (silicone). Quando o para-brisa é trocado, essa gelatina deve ser substituída por uma nova e instalada sem bolhas de ar. Se houver bolhas ou se o instalador usar silicone comum, a luz do sensor sofre desvio, e a central “entende” que está sempre escuro (acendendo o farol) ou que está chovendo (ativando o limpador).
- Vidro de Má Qualidade: Para-brisas paralelos ou muito escuros (com faixa solar muito baixa) podem interferir na sensibilidade do sensor de luz. Se o vidro não tiver a “janela” transparente na medida exata para o sensor, o sistema não funcionará.
- Erros de Configuração: Em alguns casos, após a troca da peça ou do vidro, é necessário fazer o telecarregamento ou a calibração via scanner (Lexia/Diagbox) para informar à BSI a sensibilidade correta do novo componente.
Localização da Proteção (Fusíveis): O sensor é alimentado pela BSI (Cabine), geralmente compartilhando o fusível do painel ou do retrovisor eletrocrômico.
- Fusível Correto: Verifique o F11 (15A) ou o F15 (15A) na BSI. Se ele queimar, os faróis e o limpador ainda funcionarão no modo manual, mas as funções automáticas morrerão.
Dica Técnica: Se o seu farol “Auto” parou de funcionar e o vidro é original, verifique se não há sujeira ou película (insulfilm) instalada por dentro encobrindo a área do sensor.
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